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CAMINHOS DO CRIME – CRÍTICA

Por: Jociane Miranda

Já está em cartaz nos cinemas “Caminhos do Crime”, longa baseado na obra de Don Winslow e estrelado por Chris Hemsworth (Davis), Mark Ruffalo (detetive Lou Lubesnick), Halle Berry (Sharon) e Barry Keoghan (Orman), e dirigido por Bart Layton, que assina o roteiro juntamente com Peter Straughan.

O elenco por si só já seria garantia de um filme imperdível, mas a história não entrega o que promete em termos de ação e empolgação. O início é lento e perde-se ao cruzar várias histórias paralelas sem conseguir evitar as pontas soltas ao longo da história.

O ritmo só engrena na parte final, apresentando um desfecho inesperado, apesar de algumas resoluções forçadas.

Imagem: Reprodução / Sony Pictures Br.

“Caminhos do Crime” conta a trajetória de Davis (Chris Hemsworth), um ladrão de joias ousado, que aplica seus golpes ao longo da Rodovia 101, em Los Angeles, intrigando a polícia, especialmente o detetive Lubesnik (Mark Ruffalo), que passa a investigar a série de roubos realizados. Paralelamente, a corretora de seguros Sharon, vivida por Halle Berry, enfrenta problemas em sua carreira profissional, o que a leva a aliar-se à Davis como cúmplice no plano para a realização do seu último roubo. Mas existe um terceiro elemento de olho nas mesmas jóias: Orman (Barry Keoghan), um ladrão impiedoso, que compete com Davis na realização do crime. Está formada a trama entre os criminosos, o detetive e a cúmplice.

No meio de tudo isso dá tempo de focar em alguns relacionamentos amorosos, na competição dentro do mundo corporativo e ainda abordar a corrupção dentro da polícia. Sem falar no chefe do crime que misteriosamente desaparece da história sem nenhuma explicação.

O filme fica longo e cansativo, mesmo assim vale a pena assistir apenas para conferir
os consagrados atores em ação.

Confira o Trailer:

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